Você sabe o que nos diferencia das máquinas?

Já imaginou um mundo totalmente industrializado com robôs substituindo cargos que hoje são ocupados por pessoas? Talvez essa realidade não esteja tão distante, de acordo com um estudo realizado pela consultoria McKinsey, em 13 anos um terço dos trabalhos atuais poderá ser automatizado.

Esse estudo aponta que 800 milhões de profissionais vão perder o emprego por conta da automação. Essa realidade te assusta? Se a resposta para essa pergunta for “sim”, continue a leitura e se prepare para o futuro!

O que fazer para não ser substituído e continuar no mercado? A resposta é simples, todo trabalho automatizado pode ser muito bem feito, porém as máquinas não tem o que nós temos: empatia.

Para manter seu emprego no futuro você precisa conseguir entregar resultados que não seriam entregues por robôs, enquanto eles só conseguem fazer aquilo que são programados para fazer, nós possuímos a capacidade de sentir!

Somos humanos e cada um de nós é único. O lugar por onde passamos, as experiências que vivemos e todos os aprendizados nos definem e fazem parte de nós. Além da criatividade de criar e inovar, temos capacidade de demonstrar empatia, sabemos olhar, ouvir, entender e responder ao outro.

Uma máquina pode ser programada para escrever artigos e notícias, mas não vai ter a criatividade de apresentar novas idéias. Um robô pode trabalhar em uma empresa, mas não vai conseguir socializar com os outros funcionários e nem vai saber lidar com situações adversas.

O consultor britânico Bernard Marr destacou em um artigo recentemente que para não perder seu lugar para as máquinas, o profissional do futuro precisa trabalhar sua inteligência emocional e aliar isso com técnicas de gestão e planejamento estratégico.

Então, não perca tempo, comece a desenvolver essas habilidades hoje e garanta que no futuro você pode até trabalhar com máquinas, mas elas vão te ajudar e não tomar seu lugar.

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